Perdi-me... Não ia a dizer do ritmo mas de uma lagoa onde todos estávamos sentados à volta, a ler um romance e os animais selvagens vinham todos beber! Era muito interessante o que eu estava a dizer- perdi-me quando ia a dizer que o absurdo era comandado por um deus plenopotenciário(foi esta palavra que me perdeu) e que nós não sabemos analisar em conjuntos, os gestos, as percepções , as imagens que nos vêm com os sentidos, porque tudo isto é sempre, sensívelmente a messma coisa " ad infinitum", até ao infinito; mas que insistimos nos mesmos clichés já rotos e gastos, nas mesmas piadas sem piada nenhuma, - porque isto é que é viver- assim a gente a arrastar-se para a posição idiota que conseguiu arranjar na corrida.-
Falta saber o que vai acontecer nesta enormidade que é o nada revestido de afazeres-- vamos chegar a marte onte plantaremos couves para os nossos bébés, talvez o homem se redima do que anda a fazer- se nós quando expulsamos o oxigénio sai carbono... Perdi-me mesmo " à long time ago"....
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
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