De Rerum natura-da natureza das coisas.- Sempre que penso na Lógica Transcendental começo a virar as coisasNão muitas coisas - Que da extensão era preciso estar sempre vivo! E a pensar a cor da nuvem/No esforço do outro lado da memória. Estende-se ao comprido e pronto- da metafísica se não diz a última verdade mas o sonho que parece é outra maneira de pensar- acordado e ao mesmo o que se é : um feto que cresceu na barriga da mãe e se desenvolveu. Interminável o Universo e a ausência dele! Tudo é possível na natureza das coisas. A natureza da célula é passível de se encontar noutras partes do Todo; a molécula, o átomo imerso externo na plenitude do vazio.
Se eu vou para um lado - da minha espécie vem o mesmo das vielas e as máquinas no planeta- mas que pensar do se passa a biliões de anos-luz? Na Lógica Transcental- a Natureza das coisas forma-se em conjuntos de indivíduos- que evoluem e se extinguem... Que vai ser de nós? De Rerum Natura é horripilante- sem sentido e animalesco... Fica-nos a Lógica Transcendental, o que nos fica do espaço branco.-
M.P.Barbosa 24/10/2009
sábado, 24 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Perdi-me....
Perdi-me... Não ia a dizer do ritmo mas de uma lagoa onde todos estávamos sentados à volta, a ler um romance e os animais selvagens vinham todos beber! Era muito interessante o que eu estava a dizer- perdi-me quando ia a dizer que o absurdo era comandado por um deus plenopotenciário(foi esta palavra que me perdeu) e que nós não sabemos analisar em conjuntos, os gestos, as percepções , as imagens que nos vêm com os sentidos, porque tudo isto é sempre, sensívelmente a messma coisa " ad infinitum", até ao infinito; mas que insistimos nos mesmos clichés já rotos e gastos, nas mesmas piadas sem piada nenhuma, - porque isto é que é viver- assim a gente a arrastar-se para a posição idiota que conseguiu arranjar na corrida.-
Falta saber o que vai acontecer nesta enormidade que é o nada revestido de afazeres-- vamos chegar a marte onte plantaremos couves para os nossos bébés, talvez o homem se redima do que anda a fazer- se nós quando expulsamos o oxigénio sai carbono... Perdi-me mesmo " à long time ago"....
Falta saber o que vai acontecer nesta enormidade que é o nada revestido de afazeres-- vamos chegar a marte onte plantaremos couves para os nossos bébés, talvez o homem se redima do que anda a fazer- se nós quando expulsamos o oxigénio sai carbono... Perdi-me mesmo " à long time ago"....
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Os corpos inclinados ao vento...
Com o corpo dos amigos- a passar- vejo o mar tonto de fumo- passei o nevoeiro e entrei- havia nada. Diz-me o que pensas das novas gerações- tudo a correr- o jantar feito e
engulido- havia nada. O sentido- não havia- encontrou-lhe o cabeço, com medo de nada entender- a forma era a rte- sol e sombra e a longa multidão dos minutos- cabeças a rezarem como anda .
Havia casas e loucura- muitas nuvens e um imenso espaço a percorrer- depois encontras os doutores- depois e antes o povoléu a dançar. Tenho que me levantar? Pessoas- nomes- entes queridos-animais. Onde é que está o meu amor que me apeteçe chorar. Ainda me lembro destas ruas tortuosas e de salvar- salvar.- Olá como está e a minha cabeça a estoirar- Depois vem como uma melodia e outra vez a loucura--- amigos- estou tão só! E este corpo concentrado a martelar com as asas dos dedos- é o ânus que concentra o nojo e o amor! Amigas- a saudade- os seios e a vulva húmida como um rio larvar - o mar que queima- o poeta em brasa... Amigos - é de sonhar
... Vão assim os corpos inclinados ao vento....
engulido- havia nada. O sentido- não havia- encontrou-lhe o cabeço, com medo de nada entender- a forma era a rte- sol e sombra e a longa multidão dos minutos- cabeças a rezarem como anda .
Havia casas e loucura- muitas nuvens e um imenso espaço a percorrer- depois encontras os doutores- depois e antes o povoléu a dançar. Tenho que me levantar? Pessoas- nomes- entes queridos-animais. Onde é que está o meu amor que me apeteçe chorar. Ainda me lembro destas ruas tortuosas e de salvar- salvar.- Olá como está e a minha cabeça a estoirar- Depois vem como uma melodia e outra vez a loucura--- amigos- estou tão só! E este corpo concentrado a martelar com as asas dos dedos- é o ânus que concentra o nojo e o amor! Amigas- a saudade- os seios e a vulva húmida como um rio larvar - o mar que queima- o poeta em brasa... Amigos - é de sonhar
... Vão assim os corpos inclinados ao vento....
sábado, 3 de outubro de 2009
Zen-Escuro
Vou tirar este pesadelo da cena/Foi esta noite
E nunca mais vou voltar àquelas ruas esconsas e de má-fama
O que falta é uma forma que ultrapassa o que passa/Veloz
Como algo que não tem sentido nem palavra
E nunca mais vou voltar àquelas ruas esconsas e de má-fama
O que falta é uma forma que ultrapassa o que passa/Veloz
Como algo que não tem sentido nem palavra
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