Com o corpo dos amigos- a passar- vejo o mar tonto de fumo- passei o nevoeiro e entrei- havia nada. Diz-me o que pensas das novas gerações- tudo a correr- o jantar feito e
engulido- havia nada. O sentido- não havia- encontrou-lhe o cabeço, com medo de nada entender- a forma era a rte- sol e sombra e a longa multidão dos minutos- cabeças a rezarem como anda .
Havia casas e loucura- muitas nuvens e um imenso espaço a percorrer- depois encontras os doutores- depois e antes o povoléu a dançar. Tenho que me levantar? Pessoas- nomes- entes queridos-animais. Onde é que está o meu amor que me apeteçe chorar. Ainda me lembro destas ruas tortuosas e de salvar- salvar.- Olá como está e a minha cabeça a estoirar- Depois vem como uma melodia e outra vez a loucura--- amigos- estou tão só! E este corpo concentrado a martelar com as asas dos dedos- é o ânus que concentra o nojo e o amor! Amigas- a saudade- os seios e a vulva húmida como um rio larvar - o mar que queima- o poeta em brasa... Amigos - é de sonhar
... Vão assim os corpos inclinados ao vento....
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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Gostei muito de ler os teus pensamentos atraves das palavras eloquentes que acabas de escvrever... Não noos sentiremos todos sós, cada um á sua maneira? Sei que não posso esquecer a solidão sofrida, essa deve doer e será preciso ter uma foça extramotivante para enfrentar o dia a dia... Um dia destes temos de tomar uma cafe onde não se possa fumar, só mascar chiqueletes!!!
ResponderExcluirDesculpa os erros gramaticais, com a pressa nem verifiquei. Um grande abraço.
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