DESAPARECIDO
Não toco em nada
Nada me fere
Querem-os ver mortos
Inspirados ao contrário
Com borboletas na cabeça
E suspensos de um suspiro vago
Não toco em nada
Nada me fere
Nem abstracto é o sentido
Da aragem que a gaivota caga
Desaparecido.-
Elio césar 14/4/2O12
Para o Mael- Lino e Nal
sábado, 14 de abril de 2012
sábado, 24 de março de 2012
O SENHOR DO ESPAÇO
Interminável a procura no espaço
Do objecto cavo de som/ o sinal de uma multidão de signos que entendem
O Senhor do Espaço
É o Infinito gesto para dentro
De um astro curvo como a luz
Do vento
Matou o bicho com asas
Comeu para dentro doutra luz tonitroante
A saudade dessa memória falante
E o silêncio inenarrável
Desse instante
Élio Céar 24/3/2OO12
Interminável a procura no espaço
Do objecto cavo de som/ o sinal de uma multidão de signos que entendem
O Senhor do Espaço
É o Infinito gesto para dentro
De um astro curvo como a luz
Do vento
Matou o bicho com asas
Comeu para dentro doutra luz tonitroante
A saudade dessa memória falante
E o silêncio inenarrável
Desse instante
Élio Céar 24/3/2OO12
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