Não há nada a fazer com a morte
Ela é absolutamente inútil e nada
Não há nada a fazer com esta gente
Que sobe e desce a estrada antiga
A Escada/ Solerte o vento lá fora
E eu aqui sobre o teu corpo
Com as minhas mãos nuas
O Lírio num vaso / Que se expõe
Com uma voz dilacerada e nua
Élio César 17/6/2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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