Era um poema com a liberdade do caos
De tudo e tudo vai
O que aconteceu no âmago dessa Ideia donde tudo vem
O noticiário do não sei que seja porque vou desligar
Era e é o caosmos do cinema mas com nevoeiro
Qualquer coisa que se arrastava com uma arma na mão
Era o bandido
Para quando a liberdade impensável e supra-futurista?
Tinha um corpo tinha mais corpos e sonhava
élio césar 17/10(2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
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